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Nossa Senhora das Graças

Horário das missas: Terça a sábado, 19h. Domingo - 9h30 e 19h.

Endereço: Avenida Dorival Cândido Luz de Oliveira, 3475, Bairro São Jerônimo, Gravataí/RS

Festa de Nossa Senhora das Graças

A festa de Nossa Senhora das Graças é celebrada no dia 27 de novembro.

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Nossa Senhora Aparecida

Horário das missas: Domingo - 8h.

Endereço: Travessa Dom Ricardo, 102, Bairro Monte Belo, Gravataí, RS

Festa de Nossa Senhora Aparecida

A festa de Nossa Senhora Aparecida é celebrada no dia 12 de outubro.

 

Histórico

A Comunidade Nossa Senhora Aparecida nasceu do desejo de alguns moradores dos bairros Monte Belo, São Jerônimo e Nossa Chácara de construírem um espaço próprio para celebrar a Santa Missa aos domingos. Em 1981, durante a celebração da novena de Natal nas famílias, é que, pela primeira vez, manifesta-se esse desejo em comum. Durante uma conversa com o Padre Carlos Osmar Kist, então pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, fala-se da necessidade de um local próprio para as celebrações. O local escolhido é a sede do Nacionalzinho, no Bairro Monte Belo. Foi lá que foi escolhida, por meio de votação, a padroeira da comunidade Nossa Senhora Aparecida. Por intermédio do Padre Carlos Osmar Kist, a Prefeitura de Gravataí fez a doação de um terreno para a construção da Igreja Nossa Senhora Aparecida, localizado na Travessa Dom Ricardo, 102, no Bairro Monte Belo. A primeira missa celebrada no terreno foi realizada no dia 29 de julho de 1984. Esse dia foi fixado como o da fundação da Comunidade Nossa Senhora Aparecida.

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Imaculado Coração de Maria

Horário das missas: Sábado - 18h15.

Endereço: Rua Honório Lemos, 173, Bairro Nossa Chácara, Gravataí, RS.

Festa do Imaculado Coração de Maria

A festa do Imaculado Coração de Maria é celebrada no sábado seguinte à sexta-feira da festa do Sagrado Coração de Jesus, que é festejada na sexta-feira seguinte ao segundo domingo depois de Pentecostes.


Histórico

Segundo relatos do Padre Moacir Zanini, a comunidade nasceu a partir de um grupo de famílias que morava próximo ao Colégio Adventista, na parada 70. O grupo reunia-se há muitos anos nas casas e também nas garagens dos moradores do Bairro Nossa Chácara. Nas residências, eram realizadas celebrações, novenas e missas. Em 1988, um terreno foi adquirido na Rua Honório Lemos, 173. No local, foi construído um salão que também serviria para capela. O salão foi inaugurado com a bênção do Padre Moacir Zanini e dedicado ao Imaculado Coração de Maria.

Fonte: Cinquentenário de Memórias - Paróquia Nossa Senhora das Graças.

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Santa Luzia

Horário das missas: Domingo - 8h.

Endereço: Rua Vinte e Cinco de Julho, 100, Bairro Barnabé, Gravataí, RS

Festa de Santa Luzia

A festa de Santa Luzia é celebrada no dia 13 de dezembro.

 

Histórico

Como tudo começou

A Comunidade Santa Luzia nasceu do desejo de alguns moradores dos bairros Barnabé e São Geraldo de se reunirem para a oração, a meditação do terço em família, a preparação das novenas de Natal e os encontros para a Páscoa. O Padre João Moraes, então pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, acolheu esse desejo e sugeriu a escolha de um local fixo para os encontros. O local escolhido foi a casa da senhora Enedina Claudino da Rosa. Em sua residência, também passaram a ser realizados encontros de preparação para a catequese de 1ª Comunhão e Crisma.

 

A primeira turma de catequese

A primeira turma de catequese da comunidade recebeu os sacramentos da Eucaristia e Crisma no ano de 1987. A 1ª Comunhão foi celebrada na Igreja São Francisco de Assis, no dia 25 de outubro. Já a Crisma, foi celebrada na Igreja Nossa Senhora das Graças, no dia 1º de novembro, tendo sido presidida por Dom Antônio do Carmo Chiuchi. A catequista da turma era a senhora Inez Martins. Desse grupo, duas jovens foram preparadas para serem catequistas: Sângela Gomes da Silveira e Magda Beatriz da Silveira. Elas foram acompanhadas pela Irmã Maria Lorenzatto, então coordenadora do grupo de catequistas da Paróquia Nossa Senhora das Graças, pelas noviças da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria e também pela catequista Inez Martins. Além das irmãs e das noviças, também atuavam na comunidade os seminaristas. Aos domingos, eles animavam as Santas Missas com cantos acompanhados de violão.

 

O primeiro evento e a escolha da padroeira

Com o objetivo de angariar fundos para a compra de um terreno próprio e a futura construção de uma capela, as famílias da comunidade decidiram organizar um chá, que também serviria para arrecadar dinheiro para os próximos eventos e escolher o santo padroeiro da comunidade. A santa escolhida foi Santa Luzia por ser a protetora dos olhos, luz para nos guiar mais com os olhos da fé no seguimento a Jesus Cristo. As pessoas que mais se empenharam para que Santa Luzia fosse escolhida foram as senhoras Enedina Claudino da Rosa e Almedorinda Cardoso Claudino, que doou a primeira imagem da santa. O chá foi muito concorrido, visto que era um marco para o futuro de quem dava os primeiros passos para uma possível grande conquista.

 

As primeiras famílias

As famílias que participaram do início da Comunidade Santa Luzia são moradoras - ou foram - das ruas 25 de Julho, Joaquim Nabuco, 20 de Setembro, Monalisa, Maurício de Nassau, Itacolomi e São Borja.

 

A 1ª Festa em Honra a Santa Luzia

A 1ª Festa em Honra a Santa Luzia foi realizada na residência da senhora Enedina Claudino da Rosa. Ela foi organizada por um grupo de membros da comunidade, entre eles: Bia e João Isaías de Alcântara, João e Célia, Áurea, Adão, Tereza e Lauro, Almedorinda Cardoso Claudino, Albertina e Luís, Lucita e Nelci, Lurdes Menotti e esposo, Carlinos e Maria Isabel, Fredolino e esposa, Lídio e Olívia, Maria e Eraldo.

 

Os moradores que acolheram a nascente comunidade em suas residências

Os encontros celebrativos e catequéticos foram realizados por mais ou menos dois anos na residência da senhora Enedina Claudino da Rosa, a primeira moradora a acolher a comunidade em sua casa, aproximadamente de 1986 a meados de 1988. Depois desse período, eles passaram a ser celebrados na casa da senhora Ângela, localizada na Rua Joaquim Nabuco, 666. Mais tarde, o local foi novamente alterado para a residência do casal José Aléxio e Maria Conceição Silva de Oliveira. Também acolheram a comunidade em suas casas os casais Gabriel e Fátima Martins e Amélia e Paulo Voltz.

 

A segunda turma de catequese e o 1º batizado

Magda Beatriz da Silveira e Adriana Isaura de Oliveira prepararam a segunda turma de catequese para receber a 1ª Comunhão. A celebração desse sacramento foi presidida pelo Padre Moacir Zanini, então pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças. Ela foi realizada na residência da senhora Ângela. Também, nessa residência, foi celebrado o batizado do Fábio, filho desta senhora.

 

A primeira ministra

Em 1988, a senhora Inez Martins recebeu o mandato de Ministra Extraordinária da Comunhão, passando a atender os doentes e a motivar os encontros celebrativos da palavra na comunidade.

 

A compra do terreno e o início da construção do salão de alvenaria

Em 1990, José Aléxio de Oliveira, Gabriel Martins e João Isaías de Alcântara sugeriram aos membros da Comunidade Santa Luzia e ao Padre Moacir Zanini, então pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, a compra de um terreno, situado na Rua 25 de Julho, 100. Com a aprovação da comunidade e do pároco, eles iniciaram as negociações para a sua aquisição. O valor do terreno era de dois mil cruzeiros. Devido a um contratempo, a compra atrasou, o que fez com que o seu valor aumentasse em quinhentos cruzeiros, deixando a comunidade em apuros, já que só tinha em caixa dois mil cruzeiros. O senhor Geraldo, sabendo do acontecido, emprestou quinhentos cruzeiros para a compra do terreno. Efetuada a aquisição, deu-se início a construção da estrutura do salão de alvenaria.

 

O final da década de 1980 e os anos de 1990

Entre o final dos anos de 1980 e o início de 1990, novos membros começaram a fazer parte da Comunidade Santa Luzia, alguns deles iniciaram o trabalho e junto às crianças e aos jovens na catequese de 1ª Comunhão e Crisma, como Natalina de Oliveira, Maria da Glória, Gabriel Martins, Fátima Maria Martins, Maria Conceição Silva de Oliveira, Luis Fernando Coelho, Sérgio, Andrea Pilotti Morel e Irma Maria Pilotti Morel. Também, nesse período, foram ordenados Ministros Extraordinários da Eucaristia Manuel de Carvalho e Gabriel Martins.

 

A construção de um salão de madeira para a realização das Santas Missas

Em 1994, devido à necessidade de um local próprio para celebrar as Santas Missas, foi construída, no interior da estrutura do salão de alvenaria, uma capela de madeira, com a ajuda do grupo de crisma. Ela só foi destruída após a finalização da estrutura do salão, que ganhou telhado, banheiros, pista de parquet, palco, cozinha e churrasqueiras. Em 2000, o salão era usado tanto para a celebração das Santas Missas como para os eventos, os encontros de catequese e a festa da padroeira. Em 2000, Araci de Borba e Antônio de Borba tornaram-se Ministros Extraordinários da Eucaristia. Mauro Terra passou a atuar como catequista.

 

A primeira planta da Igreja Santa Luzia

O ano de 2003 foi um ano de muitas realizações para a Comunidade Santa Luzia. Nesse ano, foram doados quatro mil reais para o pagamento da primeira planta, ou seja, o primeiro projeto da Igreja Santa Luzia. Eles foram doados por Gabriel Martins e sua esposa Fátima Maria Martins. O projeto em questão foi idealizado e aprovado pelo Padre Heitor Morschel, então pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, juntamente com a comunidade. Também, nesse ano, recebemos a doação do Seminário Maior de Viamão de um sacrário para ser usado na Festa em Honra a Santa Luzia e de um sino, presente da senhora Inez Martins para a comunidade. O senhor Luiz Carlos Belíssimo doou ainda uma imagem de Santa Luzia, trazida de Aparecida do Norte, São Paulo. 2003 contou ainda com o lançamento da Pedra Fundamental, a realização de melhorias no salão, como a colocação de grades nas portas e nas janelas, a compra de vinte cadeiras para a catequese e a colocação de cerca ao redor do terreno da igreja.

 

O lançamento da Pedra Fundamental

No dia 6 de setembro de 2003, foi realizado o lançamento da Pedra Fundamental, que contou com a presença de Dom Dadeus Grings, arcebispo da Arquidiocese de Porto Alegre. A pedra foi adquirida e transportada pelo senhor Nilson Caneves. Ela foi instalada em um jardim, localizado dentro da propriedade da Igreja Santa Luzia. O lançamento foi realizado ao ar livre e contou com a Santa Missa, presidida por Dom Dadeus Grings e o Padre Heitor Morschel.

 

O salão de alvenaria é provisoriamente transformado em igreja

No dia 16 de março de 2004, a então coordenação da Comunidade Santa Luzia sugeriu aos membros da comunidade que o salão de alvenaria fosse provisoriamente transformado em igreja, devido ao alto custo para a realização do projeto aprovado em 2003. A ideia foi aceita por todos e logo as obras para melhorar a estrutura do salão foram iniciadas. A primeira providência foi a compra e a instalação do piso, que foi adquirido com 30% de desconto pelo senhor Pedro Sérgio, com custo de R$ 2.860,20. Para a sua colocação, foi contratado o serviço pelo valor de R$ 2.000,00. O senhor Tadeu Agostinho Morel foi o responsável pela supervisão da obra.

Instalado o piso, novas providências foram tomadas, como a instalação do forro, que foi doado pelo senhor José Sidnei Toibo, proprietário da Demar Decorações, de Porto Alegre. Além do forro, o senhor José Sidnei Toibo doou parte da mão-de-obra. O custo da mão-de-obra completa para a instalação do forro era de R$ 4.000,00, sendo que R$ 2.000,00 ficaram a cargo do senhor José Sidnei Toibo e os outros R$ 2.000,00 foram adquiridos por meio de doações em dinheiro e também de um chá, promovido pela coordenação da comunidade e a catequese. Já as luminárias, vinte no total, foram doadas pelo senhor José Carlos Roque. Também foi construída uma parede de madeira para separar a cozinha do presbitério. A igreja ganhou ainda uma imagem de Nossa Senhora das Graças, doada pelos senhores Gabriel Martins e José Mateus Rolim. O senhor Luiz Carlos Belíssimo doou o ambão. Dezesseis bancos de madeira foram doados pelos membros da comunidade, por meio da campanha Doe um Banco, que correspondia a R$ 250,00 por banco. Também foram adquiridos um altar e uma caixa para a coleta do dízimo e das doações.

A última providência foi a construção de um salão rústico de madeira ao lado do salão de alvenaria, onde passaram a ser realizados as festas e os eventos da comunidade.

 

Reformas e melhorias

Em 2006, foi realizada a colocação de piso bruto no salão rústico de madeira. Também foram adquiridos cinco bancos de madeira, quinze mesas grandes com cavaletes e duas mesas pequenas. Foram realizados reparos no reboco das colunas internas e feitos o reboco da fachada e o salpique da lateral do salão de alvenaria.

 

A doação dos crucifixos, a compra da cruz profissional e as melhorias na estrutura dos salões

Em 2006, foram doados dois crucifixos: o da senhora Nice Machado foi instalado na sala da catequese e o da senhora Carmelina Zottis no presbitério. Também foi comprada uma cruz procissional. Em 2007, a fachada do salão de alvenaria foi pintada e seis ventiladores foram doados para serem usados nas festas realizadas no salão rústico. Em 2008, a churrasqueira foi reformada. Em 2009, foram doadas uma pia de mármore e duas cubas de inox.

 

O Jubileu de Prata da Igreja Santa Luzia

Em 2011, a Igreja Santa Luzia completou 25 anos de história. Para marcar a data, foram idealizados eventos durante todo o ano e confeccionadas lembranças para serem entregues aos fiéis nas celebrações. As lembranças traziam o seguinte texto, além de contarem com uma medalha de Santa Luzia:

Sob os olhos de uma menina, nossa pura e santa Luzia, a Igreja Santa Luzia foi construída. Uma igreja que leva o seu nome e que busca a mesma fé de sua padroeira. Com os olhos dessa menina, aprendemos a olhar o irmão como Jesus olhou, amá-lo como Jesus amou. E é assim que queremos continuar a construir a nossa história, uma história marcada por pessoas de fé: padres, bispos, diáconos, ministros, catequistas, animadores e por todos os fiéis que fizeram parte dos 25 anos da Igreja Santa Luzia. Obrigado a você por fazer parte dessa história. Continue a rezar conosco pela construção de uma igreja e um mundo cada vez melhores.

A festa de abertura do ano jubilar foi realizada em março de 2011, compreendendo um tríduo e um almoço de confraternização. As comemorações estenderam-se pelo resto do ano até o seu encerramento com a Festa em Honra a Santa Luzia, realizada em dezembro. Participaram das festividades do Jubileu de Prata os padres João Moraes, Moacir Zanini, Heitor Morschel, Luiz Ricardo de Araújo Xavier, Hilário Braun, Edgar Heck e Tarcisio Rech, além dos diáconos Gabriel Martins e Luis Carlos Belíssimo. Também se fizeram presentes representantes das famílias que participaram de sua fundação e os membros das demais comunidades da Paróquia Nossa Senhora das Graças. Foi um ano de muitas bênçãos e realizações, que culminou com a doação da nova planta da Igreja Santa Luzia, idealizada pelo arquiteto José Ricardo Neves.

 

O salão rústico é destruído e as obras iniciam

Em 2012, o salão rústico de madeira foi destruído, para que, no mesmo local, pudessem ser iniciadas as obras da primeira etapa da Igreja Santa Luzia, que estão em andamento. A primeira etapa compreende a construção do primeiro piso, com um novo salão de alvenaria, salas de catequese e novos banheiros.

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São Francisco de Assis

Horário das missas: Domingo - 9h30.

Endereço: Rua Otelo Rosa, 23, Cohan C, Gravataí, RS

Festa de São Francisco de Assis

A festa de São Francisco de Assis é celebrada no dia 4 de outubro.

 

Histórico

A Comunidade São Francisco foi fundada no dia 19 de abril de 1986. Ela teve origem em um dos núcleos urbanos instalados na cidade de Gravataí a partir de 1980. O núcleo em questão é o Bairro Cohab C. A comunidade está localizada na Rua Otelo Rosa, 23.

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Nossa Senhora dos Navegantes

Horário das missas: Sábado - 17h.

Endereço: Rua Boqueirão dos Passos, 338, Bairro Boa Vista, Gravataí, RS

Festa de Nossa Senhora dos Navegantes

A festa de Nossa Senhora dos Navegantes é celebrada no dia 2 de fevereiro.

 

Histórico

Em 16 de dezembro de 1984, nascia a Comunidade Nossa Senhora dos Navegantes. Ela teve início, conforme relato do Padre João Moraes, então pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, em uma celebração solene na casa de um participante, morador do Morro Boa Vista. A casa em questão é a do casal José e Irene Santim da Silva. Naquele dia, Dona Irene colocou sobre a mesa uma pequena imagem de Nossa Senhora dos Navegantes, santa que foi escolhida padroeira da comunidade. A primeira igreja foi inaugurada no dia 25 de maio de 1986.

 

“Mais uma comunidade começou as suas reuniões, as celebrações, a catequese. No terceiro domingo, às vinte horas, houve o início solene na casa de um participante. Uma necessidade existe nesse lugar: de catequese, de ajuda material. É vila de prefeitura. O pessoal é humilde e bom”.

Padre João Moraes

 

Fonte: Cinquentenário de Memórias - Paróquia Nossa Senhora das Graças.

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São Geraldo

Horário das missas: Sábado - 17h.

Endereço: Travessa Augusto Rocha, 435, São Geraldo, Gravataí, RS

Festa de São Geraldo

A festa de São Geraldo Majela é celebrada no dia 16 de outubro.


Histórico

A comunidade, denominada São Geraldo, iniciou suas atividades em 1989, inspirada no resgate a uma devoção um pouco esquecida em nosso bairro, a de seu padroeiro São Geraldo Majela. Ela está localizada em um terreno próximo ao campo do América Futebol Clube, onde, muitas vezes, encerrava a procissão do Senhor Morto. Foi uma luta de muitas famílias, principalmente a do casal Arlindo e Zenaide Isoppo.

Conforme registro do Padre Moacir Zanini, “em fins de 1989, algumas famílias da Vila São Geraldo, no desejo de se encontrarem para celebrar a Eucaristia, terços e catequese de jovens e crianças, decidiram ocupar uma área de terreno vazio em frente à sede do campo do América Futebol Clube. A comunidade construiu um pequeno salão de madeira para os encontros, com cozinha, banheiro e churrasqueira. Ali tudo é provisório, visto que o local ainda não é da Mitra. Ali acontece, a cada ano, o final da procissão luminosa na Sexta-Feira Santa. O Cristo é crucificado, representação feita pelos jovens da paróquia e com grande participação de fiéis de capelas próximas. A imagem de São Geraldo é doação da Paróquia São Geraldo, de Porto Alegre, para este povo simples, operário e cheio de fé”.

Fonte: Cinquentenário de Memórias - Paróquia Nossa Senhora das Graças.